Os embargos apresentados pela defesa do ex-governador Cássio Cunha Lima junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foram rejeitados por maioria de votos (6 a 1) nesta quinta-feira (18).
A partir de agora os advogados de defesa de Cássio terão cinco dias para a interposição do recurso extraordinário que passará pelas mãos do presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, para o exame de admissibilidade. E, só se for admitido, o recurso seguirá para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Chegando ao STF o recurso será autuado e distribuído imediatamente para um relator. Feito isso, o relator enviará o processo para receber um parecer da Procuradoria Geral da República, que terá uma semana ou mais para se manifestar. Com o parecer em mãos, o relator pedirá pauta para julgamento, que será publicada no Diário da Justiça.
Para tomar posse, Cássio Cunha Lima terá de apresentar à mesa do Senado diploma expedido pela Justiça Eleitoral. Não havendo o julgamento pelo STF antes da posse, prevista para ocorrer em 2 de fevereiro de 2011, a vaga dele será ocupada pelo terceiro mais votado nas eleições, que foi o deputado Wilson Santiago (PMDB). O ex-governador, no entanto, se mostra confiante.
A diplomação dos eleitos está marcada para o dia 17 de dezembro e até lá dificilmente o caso será analisado pelo STF. Isso porque só restam menos de cinco semanas de sessões e o processo de Cássio sequer saiu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um longo caminho será percorrido até que o caso entre em julgamento na Suprema Corte.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve entrar em recesso sem apreciar o seu caso, uma vez que as atividades do STF serão suspensas a partir do dia 20 de dezembro e só serão retomadas no dia 1º de fevereiro.
Da redação do Portal Correio
A partir de agora os advogados de defesa de Cássio terão cinco dias para a interposição do recurso extraordinário que passará pelas mãos do presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, para o exame de admissibilidade. E, só se for admitido, o recurso seguirá para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Chegando ao STF o recurso será autuado e distribuído imediatamente para um relator. Feito isso, o relator enviará o processo para receber um parecer da Procuradoria Geral da República, que terá uma semana ou mais para se manifestar. Com o parecer em mãos, o relator pedirá pauta para julgamento, que será publicada no Diário da Justiça.
Para tomar posse, Cássio Cunha Lima terá de apresentar à mesa do Senado diploma expedido pela Justiça Eleitoral. Não havendo o julgamento pelo STF antes da posse, prevista para ocorrer em 2 de fevereiro de 2011, a vaga dele será ocupada pelo terceiro mais votado nas eleições, que foi o deputado Wilson Santiago (PMDB). O ex-governador, no entanto, se mostra confiante.
A diplomação dos eleitos está marcada para o dia 17 de dezembro e até lá dificilmente o caso será analisado pelo STF. Isso porque só restam menos de cinco semanas de sessões e o processo de Cássio sequer saiu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um longo caminho será percorrido até que o caso entre em julgamento na Suprema Corte.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve entrar em recesso sem apreciar o seu caso, uma vez que as atividades do STF serão suspensas a partir do dia 20 de dezembro e só serão retomadas no dia 1º de fevereiro.
Da redação do Portal Correio
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