domingo, 29 de julho de 2012

No Rio, igrejas funcionam como comitês de campanha política

No Estado do Rio, alguns templos de igrejas pentecostais estão funcionando como se fossem também comitês de campanha de candidatos nas eleições municipais deste ano.

O templo da Igreja Primitiva do Amor em Nova Iguaçu, cidade de 800 mil habitantes que fica a 28 km da capital, é um exemplo. Ele está promovendo a candidatura a vereador do petista Sebastião Berriel.

Para atrair eleitores, na quarta-feira o templo ofereceu os serviços de cadastramento no Bolsa Família, preenchimento de fichas de aposentadoria, aplicação de flúor, entre outros programas mantidos por órgãos oficiais. Os interessados tiveram de apresentar o título de eleitor.

O Ministério do Desenvolvimento Social informou que o cadastramento do Bolsa Família só pode ser feito pela prefeitura. O pastor Raimundo Jesus disse que o interesse da igreja foi o de prestar um serviço à população.

Em São João de Meriti, cidade de 500 mil habitantes a 20 km do Rio, um templo da Assembleia de Deus dos Últimos Dias também faz campanha política abertamente. Ele mantém carros de som que fazem a propaganda da candidatura de Waguinho (PCdoB) à prefeitura de Nova Iguaçu e a de Allan Pereira à Câmara Municipal.

No Rio, 40 pastores ou militantes religiosos vão disputar cargos eletivos, o dobro em relação aos candidatos em São Paulo.

Com informação de O Globo e Paulopes.com

2 comentários:

  1. A política partidária é um reflexo da nossa democracia,infelizmente tem muitos desonestos infiltrados, denegrindo um movimento que foi conseguido com tanto esforço.O pior que não conseguimos identificar quem é honesto!Há tantos larápios!Políticos pipocas, quando a situação está preta, se vendem pra outro esquema, pulam pra outro partido!Não é um pulo gratuito, rola muita grana!

    ResponderExcluir
  2. Quero parabenizar o Cristiano Alves pelo respeito que tem aos nossos comentários,jamais omitiu nossa opinião. Deixei de acessar o Blog da oposição de Alagoinha, eles não aceitam críticas construtivas.Acho viável a oposição, deve existir,faz parte da nossa democracia, mas tem que respeitar a opinião do povo, quem quer falar tem que aprender a ouvir.

    ResponderExcluir