quinta-feira, 18 de julho de 2013

Em meio a velório criança acorda e pede água; assista o vídeo

Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado, em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.
A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da “primeira morte”, mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório. Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira. À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação. As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um “lençol de cadáver”, que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária. Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico. Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele “estava se mexendo o tempo todo”. O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca. Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse “Pai, água”. 

“O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes”, disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto. INVESTIGAÇÃO O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório. A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado. De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação. O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. “Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação”, afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, Vera Cecim. Assista o vídeo  

FolhaUol

Um comentário:

  1. Fiz um comentário há 6 meses neste Blog, mencionei a falta de vagas no curso de Medicina, como culpa dessas irresponsabilidades, principalmente na rede pública!A falta de médicos nos hospitais, tem como consequência esse tipo de atendimento precário que tem ceifado muitas vidas! Alguém respondeu que pra ser médico não podia ser qualquer pessoa! Não vejo nada de especial no vestibular de medicina, o critério é o mesmo para a escolha de qualquer outra profissão! O problema não está na escolha, mas nas vagas disponíveis nas UNIVERSIDADES! O maior problema, está no número de vagas! Poucos médicos, muitos pacientes, atendimento péssimo! Não entendo o porquê da resistência em trazerem médicos do exterior, se os nossos melhores médicos se especializam no exterior!Até exibem seus currículos com orgulho, do exterior! Eu não entendo essa resistência! Será que os nossos médicos estão felizes com essa realidade que está aí? Esse tipo de caso que aconteceu no Pará, virou rotina!Quantas pessoas são mortas em nosso país por esse tipo de procedimento!Isso é uma vergonha! Que venham médicos de toda parte do mundo, os nossos médicos estão sufocados, os pacientes são muitos, precisam de médicos, não estressados!

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